Os cuidados com a alimentação infantil são muito importantes para que as crianças fortaleçam a sua saúde desde os primeiros anos de vida. É prudente que os pais fiquem sempre atentos e ofereçam a seus filhos opções nutritivas e completas.

A grande questão é que as crianças muitas vezes resistem a certos alimentos que fazem bem. Podem achar amargos, sem gosto, ou simplesmente elas preferem as comidas mais açucaradas e industrializadas.

Como manter a alimentação infantil saudável e ajudar a criança a criar bons hábitos? Existem cinco dicas essenciais para atingir esse objetivo tão fundamental. Saiba quais são elas a seguir!

1- Não “brigue” com o paladar da criança

Existe um vasto leque de opções para compor uma refeição saudável. Por isso, não é necessário ir direto em alimentos que a criança não gosta de jeito nenhum. Por que não apresentar opções para que ela vá desenvolvendo seu paladar?

Vamos supor que o seu filho não seja muito fã de brócolis? Será que ele pode se interessar pelo gosto da couve, por exemplo? Os dois vegetais devem compor o cardápio, mas vale a pena priorizar aquele alimento saudável que a criança gosta mais. Primeiro, por que assim ela vai comer mais e melhor e, segundo, isso vai evitar que ela crie certa repulsa a comidas saudáveis.

2- Seja um bom exemplo

É muito mais fácil induzir o seu filho a criar bons hábitos alimentares se você for um bom exemplo. Conforme a criança percebe que você come de forma equilibrada e aprecia as comidas mais saudáveis, ela tem mais chances de dar um voto e confiança a esses alimentos.

Essa questão o exemplo tem grande valor, pois em algum momento, principalmente na escola, a criança tem contato com alimentos menos saudáveis de seus colegas. É natural que ela fique com vontade de comer para se enturmar e por gostar do sabor acentuado de certos alimentos industrializados. Dentro de casa, o bom exemplo dos pais é o melhor freio para essa tendência!

3- Explore a criatividade

Crianças podem ser duras na queda quando estão convictas de alguma coisa. E isso vale também para a resistência a alimentos mais saudáveis. Uma boa alternativa para driblar esse comportamento é buscar a criatividade na montagem dos cardápios. De repente, um ingrediente do qual o seu filho não é tão fã pode passar despercebido em uma receita mais elaborada.

A criatividade vale ouro também na montagem dos pratos. Procure criar vida dentro do prato, com composições coloridas que despertem o interesse da criança. Desenvolver esse lado lúdico nas refeições ajuda a criar o hábito de comer bem desde cedo.

(Leia também: Alimentação saudável: 7 temperos para incluir na dieta)

4- Ofereça recompensas

Por mais que a criança tenha boa vontade para comer o que faz bem, é natural que ela também tenha certas tentações. Não há nada de errado em abrir espaço para que seu filho dê uma ou outra escapada no que seria a dieta ideal.

Uma boa maneira de lidar com essa questão é criar um sistema de recompensas. Por exemplo: a criança comeu toda a verdura do prato? Tem direito a um bombom de sobremesa. Com isso, o seu filho vai criar o bom hábito e tende a conservá-lo por toda a vida. Uma abordagem mais radical tem riscos de criar certo sentimento de revolta na criança.

5- Faça da refeição um ritual

A alimentação infantil saudável não está apenas na escolha do que a criança vai comer. A forma como a refeição transcorre também influencia na qualidade da alimentação. Uma criança que come muito depressa para ir brincar não vai conseguir digerir corretamente a comida.

É recomendável que os pais expliquem aos filhos que a refeição é um momento especial, em que a ideia é desfrutar e não ter pressa. Comer com calma e sem distrações é uma forma de a criança desenvolver disciplina e, principalmente, absorver o máximo de nutrientes dos alimentos mais saudáveis.

A saúde das crianças é fundamental!

Uma boa alimentação infantil é a base da vida saudável, mas não é somente esse cuidado que os pais devem ter. Certos exames de rotina também são muito importantes para manter a saúde da criança em dia. Quer saber quais são eles? Então confira este outro post do nosso blog!

 

Fonte: Ministério da Saúde